Num casamento, até que ponto o marido conhece a esposa, a mulher conhece o homem? O que os une, e o que os separa? Por que alguns dão certo, e outros
não? Que medos, tensões, desculpas e justificativas cercam os rompimentos ou fortalecem a união a dois? Não será o casal ideal uma ilusão da
instituição casamento? É possível ser feliz convivendo durante anos sob o mesmo teto? A vida estável, amigável, equilibrada, embora morna, às vezes
sem sexo, é a receita correta para relacionamentos duradouros? Não somos todos cegos e carentes quando se trata de amor? Afinal, existe amor
eterno?
Essas e outras dúvidas atormentam as personagens de Cenas de um casamento sueco, um dos mais elogiados trabalhos do cineasta sueco Ingmar Bergman,
morto aos 89 anos no dia 30 de julho de 2007. A 27ª edição do livro recebeu novo projeto gráfico, teve a tradução revista pelo jornalista Jaime
Bernardes e, além do prefácio do diretor que já constava do original, ganhou um texto de apresentação do crítico de cinema do jornal O Estado de S.
Paulo, Luiz Carlos Merten.
Após uma bem-sucedida série para a televisão, com cinco horas de duração, Ingmar Bergman aceitou, com certa relutância, adaptar Cenas de um casamento
sueco para o cinema: uma anatomia da relação ora pacífica ora tempestuosa de Johan e Marianne, interpretados por Erland Josephson e Liv Ullmann. O
livro é o roteiro completo do longa-metragem, que estreou em 1974 e ganhou os prêmios de melhor roteiro do New York Critics Circle Awards (1974) e de
melhor filme e melhor roteiro da National Society of Film Critics Award (1975).
Para os amigos do casal, Johan, professor universitário, e Marianne, advogada de casos de divórcio, levam a vida perfeita e convivem em harmonia. Um
dia, porém, tudo muda: ele confessa ter uma amante, ela se decepciona, o casal rompe. A conversa franca e corajosa, verdadeira autópsia do casamento,
vai revelar o que cada um é de verdade e o que cada um fingiu ser até então. Nas palavras de Merten, somente anos depois, já casados com outras
pessoas, é que Johan e Marianne vão “compreender, finalmente, alguma coisa do que seja o amor”.
I.S.B.N.: 9788588844735
Cód. Barras: 9788588844735
Reduzido: 2581606
Altura: 23 cm.
Largura: 16 cm.
Idioma : Português
País de Origem : Brasil
Número de Paginas : 192